24 de set de 2013

Roendo Unhas



O hábito de roer unhas pode começar a partir dos três ou quatro anos de idade. A onicofagia, como esse costume é chamado, pode ser considerado normal para essa fase do desenvolvimento da criança, já que o roer tem certa relação com a “independência” do pequeno.
Explicamos: é na faixa dos 3 ou 4 anos que a criança começa a fazer coisas sozinhas. É o início dos desafios, pois já não recebe tudo prontinho como na fase de bebê. Acontece que às vezes ele consegue passar pelos obstáculos apresentados. Mas outras não. E quando não consegue executar algo, o pequeno pode ficar ansioso. O que ele pode fazer para minimizar a tensão? Isso mesmo: roer a unha.
Esse hábito pode ser passageiro ou então durar até os 16, 18 anos, com picos de melhora e piora. Para alguns, pode permanecer durante toda vida.
Além da tensão e ansiedade, outros fatores contribuem para esse péssimo hábito. O tédio, o cansaço e o estresse. Pouca atividade ou em excesso são prejudiciais.
Muitas vezes o roer de unhas pode ser uma imitação dos pais, do irmão ou de um amiguinho da escola e nem sempre provém de alguma ansiedade. É bom estar de olho nos modelos que a criança copia. Normalmente, a imitação é um hábito passageiro.
Algumas dicas auxiliam os pais a ajudar os filhos a cessarem o roer de unhas. Uma das mais importantes é não reforçar. Portanto, não adianta chamar a atenção ou dar bronca quando a criança estiver roendo a unha. Com isso, os pais chamam a atenção para o hábito, reforçando-o, dando a atenção que toda criança gosta – mesmo sendo uma advertência. Que coisa, né.

Castigos, colocar pimenta ou outra substância amarga nos dedos também não resolve. Para a criança, parece que os pais estão punindo-a. Não há motivo para punição, já que roer as unhas é um ato compulsivo e não porque a criança quer.
Se os pais perceberem que os filhos roem as unhas em momentos de tensão, evite que assistam a filmes ou desenhos que contenham perseguições, suspenses ou de terror.
Driblando esse mau costume - A melhor maneira de acabar ou diminuir a oniofagia é conversar e conscientizar a criança sobre o mau hábito. Dizer que é perigoso para a saúde, já que as unhas estão normalmente sujas e pode entortar os dentes. A criação de gestos para ser usado na frente de outras pessoas que só você e o seu filho saibam para que ele retire a mão da boca é importante para que não se sinta envergonhado.
Realizar atividades relaxantes com a criança e oferecer um espaço para que expresse seus medos, angustias e dúvidas são muito importantes. Promova elogios a todas as atividades que a criança consiga realizar e incentive as que não consegue. Nunca deprecie ou humilhe na frente de outras pessoas.
Se a criança estiver roendo as unhas, não chame a sua atenção. Simplesmente lhe dê um brinquedo, peça para que te ajude em alguma atividade ou peça para que cantem uma música juntos. A criança sem perceber cessará o hábito.
A preocupação pode aumentar quando a criança rói as unhas e ainda apresenta um comportamento incomum, como agressividade, medos exagerados, choro e baixa tolerância a frustração. Nesses casos, é melhor procurar ajuda especializada de um psicólogo, pois mostra que a criança não está conseguindo sozinha resolver seu conflito.

Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br

Grávidas e Leitoras



Livros para as Mães de Primeira Viagem



A chegada do bebê (principalmente se for o primeiro) significa uma grande transformação na vida dos pais. Por isso, selecionamos 5 livros que podem solucionar dúvidas e ajudar as mamães a lidar melhor com todas essas mudanças de forma tranqüila e proveitosa.



Este foi um dos livros mais indicados pelas mamães quando falamos do “Manual de instruções do bebê“. Depois de lidar com mais de 5 mil crianças, a autora Tracy Hogg ensina, de forma bem-humorada, a administrar ataques de cólicas, saber se a criança comeu o suficiente, por que o bebê não dorme direito, entre outras questões que afligem os pais de primeira viagem.


Nana Nenê (Ed. Mundo Cristão)

O livro ensina às mamães um metódo eficaz de controlar o sono do bebê, estabelecendo uma rotina, além de dar dicas valiosas sobre alimentação.


A Bíblia do Bebê (Ed. CMS Editora)

Um verdadeiro compêndio com informações completas sobre a criação de filhos pequenos. Há ainda um guia mês a mês, com detalhes de como o bebê vai se desenvolver no decorrer dos três primeiros anos de vida.


O Bebê Mais Feliz do Pedaço (Ed. Planeta do Brasil)

O Dr. Harvey Karp fala sobre a teoria da extero-gestação e ensina as 5 maneiras de ativar o reflexo da calma no bebê. Tem livro e também um documentário em DVD.



O pediatra Leonardo Posternak e a terapeuta familiar Magdalena Ramos dão dicas e orientações para inúmeras situações – desde explicar como é o desenvolvimento psicoemocional dos primeiros três anos de vida e as características de cada fase até o brincar e a escolaridade, passando por todos os pequenos problemas do dia-a-dia de uma criança.

Fonte: http://babies.constancezahn.com


17 de set de 2013

Evitando os Enjoos

Assim cada mamãe testará o que funciona para si.
  • Coma biscoitos água e sal antes de levantar da cama. O estômago vazio piora o enjoo. Comendo antes de levantar e esperando um pouco poderá evitar esse enjoo que aparece logo pela manhã. Os biscoitos, alimentos ricos em carboidratos ou frutas podem amenizar os enjoos durante todo o dia.
  • Coma pouco, mas de duas em duas horas. O estômago cheio também pode levar ao enjoo já que a digestão está mais lenta.
  • Evite alimentos gordurosos, pois são de difícil digestão, alimentos muito condimentados e açúcares.
  • Evite deitar logo após comer.
  • Fundamental que esteja bem hidratada. Às vezes, água pode aumentar o enjoo. Tente colocar uma fatia de limão na água que irá beber.
  • Escreva um diário com o que te deixa enjoada e comece a evitar os principais causadores.
  • Gengibre ameniza os enjoos para muitas mulheres. Pode ser até em chá ou bala.

Varizes

Para tentar prevenir as varizes na gestação e melhorar seus sintomas as dicas são:

  • Uso de meia elástica durante todo o dia
  • Descanso com as pernas para cima alguns minutos por dia
  • Deitar sempre do lado esquerdo a partir da metade da gravidez em diante
  • Evitar ganho de peso excessivo
  • Procurar um cirurgião vascular ao término da gravidez para planejar o tratamento das varizes.

 Um dos principais fatores que causam varizes é a gravidez. E grande parte das gestantes sofrem com este problema. Mas o que a ciência diz sobre o que causa as varizes e como preveni-las?

Os estudos científicos apontam que entre 20 e 40% das gestantes tem varizes nas pernas e mais de 80% vão ter inchaço nas pernas em algum momento da gestação. Não se sabe ainda ao certo se a gravidez sozinha pode causar as varizes ou se ela só desencadeia a formação de vasos varicosos em quem tem alguma predisposição genética.


Causas do aparecimento das varizes na gravidez

Existem várias teorias que explicam o aparecimento e a piora das varizes na gestante e conhecer a causa do problema é importante para entendermos como podemos evitá-lo.
As varizes começam a surgir na gestante já nos dois ou três primeiros meses da gravidez. Isso ocorre devido às mudanças hormonais que acontecem no corpo da mulher, como aumento dos níveis de estrógeno e progesterona. Um estudo realizado em 1999 encontrou receptores para esses hormônios na parede da veia safena, o que pode indicar que estes hormônios podem ter relação com alterações na sua parede (leia mais aqui). Além disso, ocorre o aumento da quantidade de sangue no organismo, o que também contribui para aumentar a pressão dentro das veias das pernas.


O crescimento do útero causa compressão da veia cava e aumento das varizesCom o passar da gestação, o bebê cresce e o útero vai aumentando gradativamente. O útero aumentado comprime a veia cava, a maior veia do corpo humano, que é responsável por carregar o sangue das pernas de volta para o coração. Assim, o sangue tem dificuldade de passar, causando inchaço e o aumento das varizes. Falei um pouco sobre isso no post "Por que eu tenho varizes?". Por causa disso que os obstetras aconselham as gestantes a deitarem sempre do lado esquerdo: a veia cava passa do lado direito do corpo e quando a gestante deita do lado esquerdo ela desvia o peso do útero para o lado oposto da veia.


Existe algum tratamento para os sintomas das varizes na gravidez?

As principais recomendações para quem tem varizes é repouso com as pernas para cima e uso de meias elásticas. Nenhum medicamento utilizado para amenizar os sintomas das varizes é recomendado devido à falta de estudos científicos que comprovem que seu uso é seguro na gravidez. Isso vale inclusive para os medicamento fitoterápicos a base de rutina ou ginko biloba.
O descanso com as pernas para cima é importante para aliviar os sintomas das varizes na gravidez!
O uso de meias elásticas na gestação também é um assunto controverso. Poucos estudos foram realizados para testar a eficiência da meia em diminuir os sintomas das varizes nas gestantes. Um estudo realizado em 1986, (muita gente por aqui ainda não tinha nascido...) feito com 35 mulheres, não mostrou diferença entre o uso da meia e o repouso somente. Já um estudo mais recente (de 2003) realizado com 55 mulheres, mostrou que a meia é eficaz para diminuir o inchaço causado pelas varizes. Saiba mais clicando neste link.
O descanso com as pernas para cima também é recomendado para diminuir os sintomas das varizes, como inchaço, dor e sensação de peso nas pernas. Alguns minutos já são suficientes para deixa.


Fonte: http://www.pernaspraquetequero.com

11 de set de 2013

Dormir para o lado esquerdo é mais seguro na gestação


Uma das missões da grávida de primeira viagem é encontrar uma boa posição para dormir. Além do conforto, a gestante precisa ter atenção para não prejudicar o desenvolvimento do bebê.
O cuidado deve começar principalmente a partir do terceiro trimestre de gestação, quando a barriga já está bem grande.

Sono e gravidez

A gestação é divida em três fases, nas questões relacionadas ao sono:
Primeiro trimestre – período de maior sonolência. Isso acontece graças ao aumento da progesterona.
Segundo semestre – A disposição volta ao normal.
Terceiro semestre – A fase mais difícil de dormir, em grande parte por conta do desconforto causado pela barriga.
Independentemente do trimestre, a orientação é que a gestante durma diariamente pelo menos oito horas. Para ajudar no conforto, use alguns travesseiros de apoio. O importante é dormir bem e acordar disposta para mais um dia de gestação.

 Bebê e a posição

Fora a questão da circulação sanguínea, a posição de sono da mãe pouco interfere na gestação. É possível até dormir de bruços enquanto a barriga permitir. “Não tem problema nenhum, o bebê está bem protegido”. “Até o sexto mês, as mães conseguem.”
Passar a noite inteira deitada da mesma maneira também não interfere na gestação. O uso de cobertores e a escolha do colchão são decisões que só precisam levar em conta o seu conforto.
O aumento do abdômen pressiona a bexiga. Assim, é normal a gestante ter que levantar durante a noite para ir ao banheiro. A dica é dormir do lado esquerdo da cama. Dessa maneira você terá mais facilidade para sair sem precisar rolar – ou acordar o companheiro.

Fonte: http://meubebe.br.msn.com/gravidez




10 de set de 2013

Alimentação Saudável na Gravidez

" Nada melhor do que uma dieta balanceada para garantir o bem-estar da mãe e o bom desenvolvimento do bebê. A alimentação equilibrada também evita o excesso de peso e desconfortos como cansaço, náuseas, prisão de ventre. Mas você não precisa passar o dia consultando tabelas: basta ficar atenta para que sua alimentação seja a mais variada possível. Como nenhum alimento é completo, é fundamental diversificar o cardápio, Confira os principais grupos nutricionais e as dicas de alimentos que não podem faltar na sua refeição."

Cereais e carboidratos
Arroz, farinhas, aveia, granola, milho, biscoitos, pães, massas. Os cereais garantem o suplemento de calorias necessário às gestantes (500 a mais do que as não gestantes), o que ajuda a manter o pique no dia-a-dia, em especial quando a barriga começa a pesar. Ricos em carboidratos, eles preservam as gorduras e proteínas responsáveis pelo desenvolvimento do bebê. Prefira os cereais integrais, mais fibrosos, que auxiliam no controle dos níveis de glicemia (açúcar no sangue), colesterol e triglicérides. Ao estimular o bom funcionamento do intestino, eles diminuem o risco de hemorróidas, comuns no final da gravidez ou no pós-parto. Consumo diário recomendado: de 7 a 11 porções.

Verduras, legumes e frutas
Esses alimentos leves, com pequena quantidade de calorias, não devem constituir uma refeição principal, mas são ideais para complementar o almoço ou jantar. Também podem ser consumidos naquele lanchinho intermediário, no meio da manhã ou da tarde. A vitamina C, encontrada em muitos alimentos desse grupo, forma o colágeno, que compõe pele, vasos sanguíneos, ossos e cartilagem do bebê. Opte pelos vegetais crus ou cozidos al dente, no vapor ou com pouca água. Sempre que possível, coma as frutas com casca e bagaço. Consumo diário recomendado: de 4 a 5 porções de hortaliças e de 3 a 5 de frutas.

Leite, queijos, iogurtes, coalhada
As proteínas fornecidas por esses alimentos são consideradas de alto valor biológico porque são aproveitadas em quase 100% pelo organismo. Mas o nutriente de maior destaque nesse grupo é o cálcio, importante componente na formação da estrutura muscular e óssea do bebê. Prefira as formas mais "magras", como leite e iogurte desnatados ou light, queijo branco, ricota, cottage. Os queijos amarelos (parmesão, provolone, cheddar), além de bastante gordurosos, têm alto teor de sódio - mineral que, se consumido em excesso, pode elevar a pressão arterial e provocar retenção de líquidos e inchaço. Consumo diário recomendado: de 3 a 4 porções.

Leguminosas Feijão, soja, lentilha, grão-de-bico, ervilha
Assim como a carne, as leguminosas constituem fontes preciosas de ferro - além de fornecer fibras e proteínas. Mas é bom saber que o organismo não absorve tão bem o ferro de origem vegetal quanto o de origem animal. Um truque para melhorar a absorção consiste em associar o consumo das leguminosas a um alimento contendo vitamina C na mesma refeição. Assim, com o arroz e feijão, tome um suco de laranja. A regra também vale para o ferro de origem animal, mas, no caso das leguminosas, é mais importante ainda! Além de melhorar a captação do nutriente, você ganha com a vitamina C, que fortalece as defesas. Consumo diário recomendado: 1 porção.

Carnes, aves, peixes e ovos
Carne bovina ou suína, frango, peru, chester, sardinha, salmão, ovo de galinha. Entre as propriedades mais importantes da carne está o alto teor de ferro, mineral que dá origem às células do sangue. Portanto, para evitar anemia durante a gestação, enquanto "divide" seu sangue com o bebê em formação, a mãe precisa repor seu suprimento sanguíneo, aumentando o consumo de alimentos ricos em ferro. Depois do parto, os obstetras também costumam manter uma dieta reforçada em ferro, por causa do sangue que se perde no momento do nascimento. A carne é, ainda, fonte de proteínas que auxiliam na formação dos músculos e ossos da criança. Consumo diário recomendado: de 1 a 2 porções.

Arroz integral
Esse é um alimento imprescindível no cardápio da gestante. Assim como os cereais, tubérculos e raízes, o arroz é uma poderosa fonte de energia, além de ser rico em minerais e vitaminas B1, B2 e E. Consumido com o feijão, forma uma combinação perfeita, que gera proteínas absorvidas 100% pelo organismo.

Folhas verde-escuras
Rúcula, espinafre, brocólis e couve são campeãs em ácido fólico. Esse nutriente dá origem às células sanguíneas e atua na formação do tubo neural do feto, diminuindo os riscos de defeitos congênitos. Por isso, muitos obstetras recomendam aumentar o consumo do ácido fólico logo que a mulher decide ter um filho.

Leite
Apesar da fama, o leite não é a maior fonte de cálcio - perde para o queijo. Em compensação, pode ser consumido em grande quantidade: você toma um copo com 250 mililitros de leite, mas não come 250 gramas de queijo de uma vez. Prefira puro ou batido com frutas. Misturar com café ou com chocolate prejudica a absorção do cálcio.

Feijão
Par perfeito do arroz, o feijão é conhecido pelo seu potencial em ferro, importante porque, na gravidez, há aumento no volume sanguíneo da mãe. Mas essa leguminosa também tem dois nutrientes valiosos para a gestante - o ácido fólico e o magnésio, que atua no funcionamento celular, contribuindo para a formação dos tecidos.

Carne vermelha
Saiba que a absorção do ferro obtido de uma fonte animal é muito mais eficiente do que a do ferro extraído dos vegetais. Isso torna a carne vermelha obrigatória no cardápio da gestante. Escolha cortes magros, como patinho, coxão mole ou duro, alcatra ou lombo, e prefira assados e grelhados em vez de frituras.


6 de set de 2013

Ouvir música na gestação: benefício para mãe e bebê!


Alguns estudos já comprovam os inúmeros benefícios que a música traz tanto para a mãe quanto para o bebê. A música gera energia criativa, facilita a comunicação, a aprendizagem, a mobilização e expressão. Na gestação, consegue promover uma proximidade maior entre mãe e bebê, além de melhorar bastante a qualidade de vida da gestante.
A audição é o primeiro sentido a despertar no feto. Os sons externos começam a ser percebidos pelos bebês a partir da 16ª semana de gestação. Com cerca de 20 semanas já conseguem reagir aos sons e depois de 25 semanas já são capazes de reconhecer os diferentes tipos de sons.
Geralmente a voz da mamãe é a primeira a ser reconhecida. Ao ouvir a voz materna, o feto se sente mais tranquilo e seguro. Por isso devemos sempre incentivar as mães a conversar com seus bebês: reserve alguns momentos para conversar com o seu pequeno, cantarolar algumas canções, ou ouvir sua música preferida. Além de fortalecer o vínculo com o seu bebê, isso pode diminuir sintomas como depressão, stress, ansiedade, além de aumentar a atividade cerebral do bebê.
A harmonia da música é muito importante. Deve-se optar por músicas melódicas, calmas e sem grandes discrepâncias de som, que possam transmitir a sensação de bem estar da mãe para seu bebê. As grávidas devem escutar música por prazer. Não adianta ouvir certa música só porque dizem que faz bem! Se não gosta, não será prazeroso e nem benéfico.
Quando, durante a gestação, a mamãe escutar com frequência determinada música (que seja agradável e prazerosa), passará essa sensação ao bebê. Assim após o nascimento, o bebê será capaz de reconhecer a música tocada durante a gestação, ficando mais calmo e tranquilo com o som que o agrada desde quando estava “dentro da barriga da mamãe”. Faça esse teste!
Indico a coleção MPBaby que possui um repertório bem variado (que vai desde canções de ninar, cantigas infantis, até U2, Beatles e Pink Floyd) e foi produzida especialmente para bebês e crianças pequenas. Uma dica bem legal para ouvir durante a gravidez, o momento do parto e depois do nascimento de seu bebê!
 Por: Dra. Camila Takase

Fonte: http://vestidademae.com.br

Papai de Primeira Viagem - Os 10 Mandamentos





Com a chegada da paternidade, muitos homens têm dificuldades em saber como agir com os bebês. Para ensinar os pontos mais importantes para aqueles que se tornam pais de primeira viagem, a enfermeira Loise Chamusca Paes, chefe da maternidade Santa Maria do Hospital Português, em Salvador. A enfermeira é especialista no assunto e ministra um curso com os "10 mandamentos" para os papais.



Confira os 10 mandamentos

1º passo - Gravidez
Quando o pai se descobre 'grávido', ele deve passar a se orientar em relação à gravidez. "O pai deve acompanhar todas as consultas, fazer o curso de preparação e querer estar presente", diz a especialista. No final dessa etapa, a enfermeira recomenda ainda que o pai deve estar presente na hora do nascimento e, ainda no hospital, perder o medo e segurar o bebê.

2º passo - É chegada a hora
O pai deve estar atento ao movimento fetal e ao endurecimento da barriga. A partir da 20ª semana, a mulher já começa a sentir contrações, mas a partir da 36ª e 37ª semana a regularidade da contração é maior. Por isso, o pai deve estar atento para saber o momento de levar a mãe da criança para o hospital.

3º passo - Saída do hospital
Quando a mãe e a criança estiverem prontas para sair da maternidade, o pai é o responsável por todo o cuidado com a família. É ele quem deve preparar a casa para estar limpa, assim como preparar a ida para a casa, com carro ou não.

4º passo - Em casa
A especialista conta que é nesse momento que a mãe irá precisar de todo apoio do pai. "Agora é o pai quem fica responsável pela casa, é ele quem vai sair para fazer as compras, que vai preparar a comida. Todo o cuidado com a casa deve ser gerido pelo pai. A mãe deve ficar atenta somente ao filho".

5º passo - Primeiros cuidados
Nos primeiros dias é chegada a hora do papai dar o suporte para a mãe, que já estará cansada. "Ele deve dar banho na criança, pegar do berço quando ele estiver chorando e deixar a mãe com mais tempo livre", diz.

6º passo - Durante a madrugada
A especialista garante que esse momento é um dos mais difíceis para o casal. Alguns pais acham que a obrigação de levantar para atender o bebê é da mãe, mas a enfermeira garante que não é mais assim. "Esse trabalho é em conjunto. O pai deve levantar, pegar o bebê e trazer para a mãe que irá amamentar. Esse período merece atenção, para que ambos não fiquem estressados", diz.

7º passo - Promover a alimentação saudável
Nesse período o pai deve ficar atento à alimentação da mãe. Se ele não tiver auxílio de ninguém nesse período, é ele quem deve preparar as comidas da mamãe, que precisa se alimentar bem. A dieta precisa ter muitas frutas e legumes.

8º passo - Descanso da mãe
A enfermeira diz ainda que esse período deve ser de atenção especial ao descanso da mãe. "O pai deve respeitar o descanso da mãe. Ela estará exausta, já que deve acordar de três em três horas para amamentar. Nesse período ela deve usufruir de todo tempo de descanso. Então o pai fica responsável por colocar o bebê para arrotar, dar banho e colocar para dormir", aponta.

9º passo - Lazer da família
"Agora já é chegada a hora do bebê ir passear com a família na rua. Esse é o momento de proporcionar o lazer, levando o bebê para o local adequado, evitando lugares com multidão. O pai precisa ajudar a utilizar o carrinho de bebê, a preparar a sacola de saída e com as comidinhas do bebê".

10º passo - Ficar com a criança
Após todo o acompanhamento com a mãe, é chegada a hora do pai ficar a sós com a criança. "Se o papai dá o suporte à mulher, e ela percebe que ele já está com bastante confiança no sentido de segurar a criança, trocar a fralda e dar a papinha, ele já pode sair com a criança", explica.


Fonte: http://g1.globo.com/bahia/noticia/2012/08/especialista-ensina-10-mandamentos-para-pais-de-primeira-viagem.html

Cardiopatia Congênita é qualquer anormalidade na estrutura ou função do coração que surge nas primeiras 8 semanas de gestação quando se forma o coração do bebê. Ocorre por uma alteração no desenvolvimento embrionário da estrutura cardíaca, mesmo que descoberto no nascimento ou anos mais tarde.
                 É o defeito congênito mais comum e uma das principais causas de óbitos relacionadas a malformações congênitas.
                 Nascem no Brasil aproximadamente 23 mil crianças com problemas cardiacos por ano, ou seja, a cada 100 bebês nascidos vivos 1 é cardiopata.
                 Desses 23 mil cardiopatas que nascem anualmente, pelo menos 80% necessitarão de uma cirurgia cardíaca, mas infelizmente cerca de 13 mil nao recebem o tratamento*, principalmente por falta de diagnostico ou vagas na rede publica.
                 A mortalidade decorrente das cardiopatias congênitas seria drasticamente reduzida se todos os cuidados pré e pós natais fossem devidamente instituídos.

                 A incidência de cardiopatia congênita é 8 vezes maior do que a Síndrome de Down.
*dados do 38º Congresso Brasileiro de Cardiologia, 2011.
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Cardiopatia Congênita é qualquer anormalidade na estrutura ou função do coração que surge nas primeiras 8 semanas de gestação quando se forma o coração do bebê. Ocorre por uma alteração no desenvolvimento embrionário da estrutura cardíaca, mesmo que descoberto no nascimento ou anos mais tarde.
                 É o defeito congênito mais comum e uma das principais causas de óbitos relacionadas a malformações congênitas.
                 Nascem no Brasil aproximadamente 23 mil crianças com problemas cardiacos por ano, ou seja, a cada 100 bebês nascidos vivos 1 é cardiopata.
                 Desses 23 mil cardiopatas que nascem anualmente, pelo menos 80% necessitarão de uma cirurgia cardíaca, mas infelizmente cerca de 13 mil nao recebem o tratamento*, principalmente por falta de diagnostico ou vagas na rede publica.
                 A mortalidade decorrente das cardiopatias congênitas seria drasticamente reduzida se todos os cuidados pré e pós natais fossem devidamente instituídos.

                 A incidência de cardiopatia congênita é 8 vezes maior do que a Síndrome de Down.
*dados do 38º Congresso Brasileiro de Cardiologia, 2011.
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Cardiopatia Congênita é qualquer anormalidade na estrutura ou função do coração que surge nas primeiras 8 semanas de gestação quando se forma o coração do bebê. Ocorre por uma alteração no desenvolvimento embrionário da estrutura cardíaca, mesmo que descoberto no nascimento ou anos mais tarde.
                 É o defeito congênito mais comum e uma das principais causas de óbitos relacionadas a malformações congênitas.
                 Nascem no Brasil aproximadamente 23 mil crianças com problemas cardiacos por ano, ou seja, a cada 100 bebês nascidos vivos 1 é cardiopata.
                 Desses 23 mil cardiopatas que nascem anualmente, pelo menos 80% necessitarão de uma cirurgia cardíaca, mas infelizmente cerca de 13 mil nao recebem o tratamento*, principalmente por falta de diagnostico ou vagas na rede publica.
                 A mortalidade decorrente das cardiopatias congênitas seria drasticamente reduzida se todos os cuidados pré e pós natais fossem devidamente instituídos.

                 A incidência de cardiopatia congênita é 8 vezes maior do que a Síndrome de Down.
*dados do 38º Congresso Brasileiro de Cardiologia, 2011.
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Cardiopatia Congênita é qualquer anormalidade na estrutura ou função do coração que surge nas primeiras 8 semanas de gestação quando se forma o coração do bebê. Ocorre por uma alteração no desenvolvimento embrionário da estrutura cardíaca, mesmo que descoberto no nascimento ou anos mais tarde.
                 É o defeito congênito mais comum e uma das principais causas de óbitos relacionadas a malformações congênitas.
                 Nascem no Brasil aproximadamente 23 mil crianças com problemas cardiacos por ano, ou seja, a cada 100 bebês nascidos vivos 1 é cardiopata.
                 Desses 23 mil cardiopatas que nascem anualmente, pelo menos 80% necessitarão de uma cirurgia cardíaca, mas infelizmente cerca de 13 mil nao recebem o tratamento*, principalmente por falta de diagnostico ou vagas na rede publica.
                 A mortalidade decorrente das cardiopatias congênitas seria drasticamente reduzida se todos os cuidados pré e pós natais fossem devidamente instituídos.

                 A incidência de cardiopatia congênita é 8 vezes maior do que a Síndrome de Down.
*dados do 38º Congresso Brasileiro de Cardiologia, 2011.
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5 de set de 2013

Preparando os seios para amamentar

 

Preparando os seios para amamentar

Existem técnicas que podem ser usadas para fortalecer o bico do peito e estimular as glândulas mamárias. Tudo para evitar probleminhas na hora da amamentação.

Cuidados com a mama
A preparação das mamas deve acontecer ainda durante a gestação. É nessa fase que as mamães de primeira viagem devem começar a aprender tudo o que envolve o aleitamento. “A mãe pode, inclusive, procurar um pediatra durante a gestação para se informar sobre a importância da amamentação, a alimentação do bebê e os cuidados que deve tomar”, orienta a Dra. Maria José Mattar.

Existem algumas técnicas que podem ser usadas para fortalecer o bico do peito e estimular as glândulas mamárias. Tudo para evitar probleminhas na hora da amamentação. A regra número um é lavar o bico do peito apenas com água. Não utilize sabonete. Eles já têm uma hidratação natural ideal que deve ser preservada.

O banho de sol é um dos melhores procedimentos para preparar os seios. Tome de 10 a 15 minutos de sol no seio todos os dias, antes das 10 da manhã ou depois das 3 da tarde. Dependendo do seu tipo de pele e da intensidade do sol, você pode aumentar ou diminuir um pouco esse tempo. Se não tiver como tomar sol, você poderá utilizar uma lâmpada comum com a mesma finalidade (a potência da lâmpada deve ser suficiente para gerar calor, mas não tão grande a ponto de gerar queimadura, uma lâmpada de 40W ou 60W é suficiente. Lembre-se, você não deve encostar o mamilo na lâmpada, você deve apenas aproximar a uma distância que sinta o calor mas não gere desconforto para você). O calor do sol e da lâmpada deixa a pele mais resistente.

As massagens também são simples de serem feitas e bastante indicadas pelos médicos. Segure o seio com as duas mãos, uma de cada lado, e faça uma pressão da base até o bico, como se fosse uma ordenha. Repita o movimento cinco vezes com delicadeza, mas com energia. Depois, faça o mesmo com uma mão em cima e uma embaixo do seio. Esse procedimento ajuda na “descida” do leite e pode ser repetido uma ou duas vezes por dia.

As mulheres com o bico do seio invertido devem fazer uma massagem específica para estimular a saída do bico para fora. Muitas vezes, durante a gestação ele sai naturalmente, caso isso não ocorra, a gestante deve fazer a seguinte massagem: segure a extremidade do bico com o polegar e o indicador e rode os dedos, como se estivesse aumentando o volume do rádio ou girando um parafuso (para esquerda e para a direita).
Paula R. F. Dabus
 

Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br

4 de set de 2013

Mitos



Mitos e verdades da gravidez






Ao longo dos nove meses de gestação, a mulher passa por um turbilhão de mudanças físicas e, principalmente, hormonais.  O crescimento do feto no interior do útero da mãe altera de maneira evidente a silhueta da gestante e, também, os seios, que começam a ficar mais inchados devido à produção de leite.
As modificações acontecem por causa da alta descarga hormonal que prepara o corpo da mãe para abrigar o feto. São produzidos em grande quantidade os hormônios progesterona, responsável por manter o metabolismo da gravidez, estrogênio, que favorece a dilatação dos vasos e prepara o corpo para o aumento do volume de sangue em veias e artérias, e a prolactina, que deixa as glândulas mamárias aptas para amamentação.
À medida que o bebê cresce na barriga, as taxas hormonais se elevam no organismo da mãe, influenciando as emoções e sentimentos da gestante. Ela fica, então, nesse redemoinho emotivo, mais suscetível ao bombardeio de teorias dos mais supersticiosos, que tentam dar dicas e orientar a futura mãe com nenhuma ou quase nenhuma base científica.
É um tal de “barriga pontuda é sinal de menina”, “grávida têm que comer por dois”, “cerveja preta ajuda a produzir leite”… Mas, segundo o ginecologista e obstetra Dr. Guilherme Fernandes, da SOGESP (Associação de Obstetrícia e  Ginecologia de São Paulo), muitas dessas teorias não têm fundamentos científicos. Tire suas dúvidas sobre o que é mito, o que é verdade e o que tem uma ponta de verdade.

Se a barriga estiver pontuda, é menina; arredondada, é menino.
Mito
. Não existe nenhuma influência do sexo do bebê no formato da barriga. “A barriga da mãe cresce conforme anatomia e genética da gestante, sem nenhuma influência do sexo do feto”, explica o Dr. Fernandes.

Mulher grávida não pode fazer sexo.
Depende
. Se a gestante apresentar sangramento vaginal ou placenta de inserção baixa (quando a placenta fica na parte inferior do útero, cobrindo o colo do útero), ela está proibida de fazer sexo durante a gravidez. Nesses casos, a prática pode estimular mais sangramento e contração do útero, provocando parto prematuro. Caso contrário, o sexo está liberado, ainda mais que a libido aumenta durante a gestação devido à explosão hormonal.

O feto consegue sentir quando há relação sexual entre o casal.
Mito.
O feto esta dentro do útero da mãe e não no canal vaginal, onde é feita a penetração. “Não existe a menor probabilidade de o pênis atravessar o colo do útero e entrar no útero da mãe. Além disso, existem membranas da placenta que servem para proteger o feto de contrações mecânicas, como as que ocorrem durante o sexo”, esclarece o Dr. Fernandes.

Se a grávida tem muita azia, é porque o bebê vai ser cabeludo. Mito. O que vai definir se o bebê vai ser ou não cabeludo é a genética, e não, a azia. Os enjoos aparecem porque o útero pressiona o estômago, causando um refluxo do ácido estomacal e, também, por causa das altas taxas de progesterona, que em grande quantidade acabam causando azias.

Se a mulher teve o primeiro filho por parto cesariana, não poderá ter o próximo por parto normal.
Depende.
 Para o Dr. Guilherme Fernandes, essa afirmação está metade correta e metade incorreta. “Muitas vezes a mãe não faz o primeiro parto normal porque não tem dilatação necessária para isso. Após uma cesariana, o útero se recupera, mas fica com uma cicatriz que pode romper com as contrações do trabalho de parto normal. Essa possibilidade é mínima, de apenas 0,03%”, explica. Outro fator que pesa na hora de optar pela cesariana em um segundo parto é que a maioria das mulheres está optando por engravidar mais tarde. “Quanto maior a idade, menor a intensidade e o número de contrações”, afirma o Dr. Fernandes.

Mulher grávida tem que comer por dois.
Mito.
Se a grávida comer por dois pode acabar engordando. O Dr. Guilherme Fernandes lembra que gestante gorda aumenta o risco de parto prematuro, óbito da criança, dificuldade no trabalho de parto, diabetes na gravidez, hipertensão e distúrbio na tireóide, além de contribuir para o aumento de peso do feto, que pode nascer obeso. Ao longo do dia, devem ser feita de seis a sete refeições balanceadas e bem distribuídas. É importante que a gestante consuma proteína e carboidrato, pois essas são as principais fontes da energia que passa da mãe para o feto. Mas sem exageros!

Se os desejos alimentares da grávida não forem realizados, a criança pode nascer com algum sinal.
Mito.
  “Isso não passa de uma superstição e, até mesmo, chantagem emocional da grávida”, desmistifica o Dr. Fernandes. As vontades repentinas realmente existem e, segundo estudos ainda em andamento, podem ser reflexos das carências nutritivas do bebê, transmitidos via placenta até o cérebro da mãe. O reflexo então seria processado na forma de algum alimento. “Se o bebê necessita de carboidrato, a mensagem será levada ao cérebro da mãe, que irá decodificar esse sinal em formato de imagem, provavelmente de algum alimento com carboidrato, podendo ser uma torta de morango ou uma coxinha”, explica o ginecologista.

Tomar cerveja preta melhora a produção de leite.
Mito.
 Não há nenhum estudo científico que comprove a relação entre o alimento consumido e o aumento da produção do leite. O que pode acontecer é o sabor do leite sofrer alteração de acordo com a alimentação da mãe.

Grávidas sentem mais calor.
Verdade
. Devido à aceleração do metabolismo por conta da gestação, as grávidas tendem a suar mais e a sentir mais calor.

A gestante não deve praticar exercícios físicos.
Mito.
Primeiro, a grávida deve passar por uma avaliação médica completa e, se estiver livre de fatores de risco, ela pode fazer atividade física com moderação. Na gravidez são indicados esportes com baixo impacto, como caminhadas, ioga, natação e hidroginástica.

Se a grávida cruza as pernas, pode criar voltas no cordão umbilical e enforcar o bebê.
Mito.  
Durante todo o período da gestação o bebê se enrola no cordão umbilical. Os movimentos da mãe não interferem nesse deslocamento e muito menos colocam o feto em risco. São raros os casos dos bebês que se enforcam com o cordão umbilical, e isso acontece apenas se o cordão for menor que o normal.

Grávidas podem ficar com a pele manchada por causa do sol.
Verdade. Toda grávida tem mais tendência a ter manchas na pele por causa do aumento da liberação de melanina na pele. O ideal é que a grávida utilize protetor solar no rosto e, principalmente, na barriga, onde há maior concentração dessa proteína.


Fonte: http://drauziovarella.com.br